Como desenvolver um HUB?

Como desenvolver um HUB?

Hoje em dia um empresário ou mesmo um gestor já não pode ignorar a importância que a informática e a internet atingiram em nossos dias, por isso, desenvolver um HUB é algo que também pode fazer toda diferença.

 

Ao contrário do que muitos pensam, não se trata de uma sigla exata, mas sim de um termo que pode ser aplicado a vários nichos de mercado, tais como a aviação, a área de logística, o setor de investimentos e muitos outros.

Entretanto, aqui vamos explorá-lo no sentido já introduzido: o da internet, que é o de uma plataforma que centraliza ou unifica toda a estratégia de marketing digital da empresa. 

Como o site de uma escola de aula de violão que já tenha seu domínio próprio.

Também existe o hub no universo de instalação da internet, que remete a um dispositivo que multiplica as portas de saída do modem, tendo tudo a ver com a conexão. 

Porém, isso não tem nada a ver com a questão estratégia de divulgação de uma marca.

Inclusive, as confusões que esse termo pode causar é um dos motivos pelos quais algumas empresas tentam colocar essa tática em prática, mas acabam não conseguindo atingir os efeitos desejados, gerando mais frustração do que resultados.

No sentido em que vamos aplicar o termo aqui, ele também pode ser chamado de HUB digital. O que já mostra sua familiaridade com a questão do marketing digital, que tem evoluído cada vez mais nos últimos anos.

Neste sentido, além do site com domínio próprio o HUB pode ser o blog de uma empresa que vende copos personalizados formatura, e que decidiu criar conteúdos personalizados como modo de educar e atrair o seu público sobre o produto vendido.

Também pode se tratar de uma landing page, um hotsite ou qualquer outro tipo de página de captura, como ainda veremos adiante. 

Por isso, decidimos escrever este artigo, explicando como desenvolver um HUB digital de sucesso.

Mais do que isso, também vamos aprofundar em alguns conceitos fundamentais sem os quais o assunto permaneceria nebuloso e confuso. 

Sem falar em conselhos e dicas práticas que daremos, mostrando as vantagens e benefícios que elas podem trazer.

O mais bacana é que hoje essa estratégia já se desenvolveu tanto que agora ela realmente pode ser aplicada a qualquer segmento ou tipo de empresa, seja na área de serviços como construção de galpão, ou para lojas e estabelecimentos físicos.

Lembrando que com a atual concorrência que verificamos no mercado, além das exigências que o próprio público e a clientela colocam, uma marca só vai conseguir se destacar se ela marcar presença digital, mesmo que sua solução seja presencial.

Portanto, se você quer entender de uma vez por todas como o HUB digital pode ajudar nesse esforço, unificando todas as suas estratégias de divulgação como modo de melhorar a experiência do seu público, basta seguir adiante na leitura.

Do que se trata, afinal?

Tudo no mundo corporativo e estratégico começa com uma boa definição. Aqui não é diferente, portanto, precisamos dizer que em termos técnicos o HUB digital nada mais é do que um ponto central que unifica a geração de conteúdo de uma marca.

Naturalmente, para entender isso é preciso que os donos e gestores do negócio já entendem e até praticam o marketing de conteúdo. Também é possível falar de um HUB em sentido mais pragmático, que prescinde desse ponto, mas não é o ideal.

Nesse sentido, ele pode remeter a uma simples unificação de domínios, ou mesmo das informações e dados gerais da empresa, por meio de um software qualquer.

Como uma firma especializada em trocar bateria carro que centraliza suas informações em uma plataforma que permite uma tela de trabalho via programa ou aplicativo.

No caso da marca que quer impactar seu público e melhorar a experiência dele, o HUB digital se torna um ponto indispensável, como ponto que pode fazer toda diferença.

Nesse sentido, inclusive, a unificação operada pode facilitar não apenas a vida dos clientes e do público que pesquisa sobre a solução que você oferece, mas também a gestão que é preciso fazer nos bastidores, por trás das cortinas.

Sobre a experiência do cliente

Já não é possível falar em marketing digital e estratégia de crescimento sem mencionar a questão da experiência do cliente, especialmente aquela que ele tem ao entrar em contato inicial com sua marca, criando uma opinião sobre ela.

O problema é que nos últimos anos as estratégias de marketing e divulgação cresceram tanto que fica cada vez mais difícil conseguir abarcar todas as novidades.

De fato, uma empresa que vende cavalete de apoio pode abrir as seguintes frentes:

  • Um site institucional;

  • Um blog próprio;

  • As redes sociais;

  • Os motores de busca;

  • Um marketplace.

Sem falar em landing pages, hotsites e outras táticas que são paralelas a um domínio próprio, tornando-se também uma alternativa com a qual o cliente em potencial pode se confrontar ao descobrir a existência de sua marca.

Nesse sentido, a pergunta que fica é: qual a experiência que essa pessoa terá? Se for de confusão e falta de ordem, tem algo errado. 

Por isso, o HUB digital propõe unificar toda a geração de conteúdo, seja em que ponto for, desde que haja um ponto central.

Assim, entender a importância deste ponto é algo fundamental para desenvolver essa estratégia de modo orgânico e realmente eficiente.

Inclusive, falar da experiência do cliente também é falar de algo que vai impactar diretamente nas escolhas dele, bem como na velocidade com que ele decidirá comprar de você.

Por que gerar conteúdo?

Outro ponto imprescindível sobre como desenvolver um HUB é centralizar a criação de conteúdo, como modo de fortalecer a identidade da marca e atrair ainda mais gente.

Daí a importância de mencionar o próprio marketing de conteúdo, que em inglês é o content marketing, que hoje já se disseminou pelo mundo todo.

O ponto central disso é justamente criar materiais originais e de qualidade, que sejam gratuitos e atraiam o público como modo de educá-lo sobre as vantagens da solução prestada, seja ela um serviço ou a venda de um produto.

A dica de ouro aqui é centralizar a estratégia no blog da empresa, portanto, não basta ter um site institucional, se uma oficina faz reparos em diferencial caminhão (peça que lida com o torque do motor), ela precisa fornecer muito mais do que seu endereço.

Ou mesmo mais do que os dados de contato, nesse sentido, os conteúdos gerados podem assumir os seguintes formatos:

  • Artigos de blog;

  • E-books;

  • Slides e apresentações;

  • Áudios ou podcasts;

  • Infográficos;

  • Vídeos explicativos.

Enfim, quanto mais variedade houver em termos de opção, melhor será a experiência do seu público. 

O importante é iniciar a geração de conteúdo pelo blog, só depois ampliando para redes sociais e plataformas de terceiros.

O papel das mídias sociais

Um dos grandes motivos do surgimento do HUB digital foi a criação das redes sociais. 

Afinal, antes delas as marcas já estavam naturalmente centralizadas em seus veículos próprios, não precisando de uma estratégia unificadora.

Diante disto, é preciso compreender a natureza dessas plataformas é como uma marca que queira crescer de modo seguro precisa lidar com elas.

Pense bem, se a empresa é uma clínica que faz criolipólise braço, ela pode até bombar nas redes, atraindo cada vez mais gente interessada e gerando um banco de leads bastante rico e diversificado.

Contudo, a marca não deve se empolgar a ponto de contar apenas com isso. 

Inclusive, não é raro alguns perfis serem punidos ou mesmo bloqueados nas mídias sociais, o que pode gerar transtornos enormes para um negócio.

Daí a necessidade de a firma solidificar também seu próprio domínio, sem contar apenas com a plataforma de terceiros que fogem do seu controle.

Atraindo as pessoas

Por fim, um modo realmente diferenciado de desenvolver um HUB é levar suas vantagens ao máximo da possibilidade, inclusive convertendo o que poderia ser um ponto fraco em estratégia a seu favor.

Por exemplo, se uma mídia social não pode ser o centro da estratégia a ponto de tomar o lugar do site próprio, que tal marcar presença em várias redes ao mesmo tempo?

Isso não substitui sua plataforma própria, mas amplia o alcance e junto a segurança estratégica. 

Outra dica é a criação de alternativas que vão ainda mais longe, como uma loja de moda plus size evangelica que pode criar um aplicativo de vendas.

Assim, o HUB passa a centralizar uma gama muito maior de sites, redes, páginas, perfis e soluções que tornam o cliente ainda mais próximo e mais empolgado com seu negócio.

Conclusão

Sendo assim, o termo HUB tem se popularizado cada vez mais, remetendo a universos tão distintos quanto a instalação de internet e a área de aviação ou de logística.

No sentido de unificação das informações e dos conteúdos de um site próprio, ele pode se tornar uma verdadeira estratégia para diferenciar a marca de suas concorrentes, criando uma máquina de geração de leads e de novas oportunidades, como vimos acima.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.